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22.2.09

Mais água

Agora, sim, exemplos da água que brota no terreno. Há dias não chove em Brasília, mas várias partes permanecem com poças d'água ou úmidas. A imagem vertical foi tomada do ponto onde será a ponta direita da casa, nos fundos, onde serão os quartos. O morro de areia está encostado no muro dos fundos (veja nota "Dá-lhe areia") e a água acumulada na frente já deixa a base do morro úmida. A imagem horizontal é um detalhe do chão da garagem, sendo a parte clara seca e a escura, úmida. Haja dreno! É o que se vê no vídeo, um close da saída do cano de drenagem instalado em toda a extensão do muro lateral, de 30 metros. Assim que foi instalado o cano, a água começou a sair, sem jamais parar. É verdade que estamos em época de chuvas em Brasília. Vamos ver o que acontece no período de seca.

17.2.09

Pedra e água

A imagem ao lado foi tirada do terreno do vizinho só para dar uma ideia da encrenca: estamos sobre uma laje natural de pedra, e sobre a pedra há uma camada de areia clara, seguida de uma terra escura.
A primeira deve ser usada em toda a alvenaria da casa, e parte da segunda servirá para o pomar, no fundo do terreno.
Outro detalhe, que ficará para uma próxima foto, é a quantidade de água que brota no terreno (veja um exemplo na nota "A obra começa"). São várias minas de água aparentemente pura, o que nos levou a instalar um dreno em toda a extensão do muro lateral e nos levará a fazer o mesmo em quase toda a obra. Possivelmente a água seja aproveitada na cisterna que teremos para armazenar e utilizar a água da chuva. Só precisamos saber se podemos confiar na origem da água.

15.2.09

Enfim, nivelado

Um mês de trabalho, já depois da segunda passagem da retroescavadeira, em 11 de fevereiro, para consertar o serviço da primeira, feito em dezembro. A obra vista de frente, com o muro lateral pronto e a água já ligada no murinho frontal, e dos fundos, com o barracão da obra e as meninas correndo onde serão os quartos.

A obra começa

Betoneira, gabarito, tijolo de cimento e cerâmica, areia, brita... É a primeira empreitada!
À esquerda, a vala do muro e a água mencionada na nota "Pedra e água".

Terra nua

Uma das primeiras imagens do terreno, visto dos fundos, quase quatro metros mais alto que o nível da rua. À esquerda, o arquiteto Edison e Jódia, com Malú.

E começa a aventura!

A primeira movimentação no terreno de 15 metros de frente por 30 metros de comprimento aconteceu em dezembro de 2008, quando a retroescavadeira ao lado limpou e nivelou a área em dois platôs.