O mesmo revestimento será aplicado nas rampas e na garagem.
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22.9.09
Retalhadas
Calma que ninguém se feriu com faca nenhuma: retalhadas ficaram as varandas do quarto do casal (esquerda) e do escritório. O piso das duas ficou pronto, feito de pedra pirenópolis em retalhos.
22.6.09
Vida nova
Seu trabalho ficará completo com a visita da vovó Malú, que está chegando e vai colocar em ordem o paisagismo do local, assim como a outra vovó, Eva.
4.6.09
Pedreira
E o muro de pedra, enfim, vai surgindo, logo na rampa de entrada. Deste ponto ainda subirá cerca de 50 centímetros, até o nível do piso da área de lazer, onde estarão churrasqueira e piscina.
Nas pequenas grutas formadas entre as pedras nascerão plantas cuidadosamente escolhidas pelas vovós Malú e Eva, as paisagistas da família.
17.5.09
Pedra sobre pedra
A opção foi pela pedra caverna, bem escura por fora e avermelhada por dentro. A mais próxima do moledo de Atibaia que encontramos foi a pedra de rio, ou seixo rolado, mais clara e arredondada. Sua extração, no entanto, está proibida por prejudicar os leitos dos rios, assim como aconteceu com a de Atibaia, cuja preservação garante vida longa à Pedra Grande, tradicional ponto de decolagem de asa delta.
11.5.09
Pronto para a pedra
O muro não terá a mesma pedra de Atibaia, mas a profusão de pedras à disposição em Pirinópolis aumenta a probabilidade de encontrarmos algo parecido com a pedra do campo, ou pedra do mato, ou moledo de Atibaia, cujo comércio foi proibido há 1o anos.
Mais à frente veremos como fica.
11.3.09
In natura
Eis a pedra que se salvou da britadeira, mencionada na nota "Auto-retrato". Ela está localizada exatamente no vão entre a cozinha (que será à direita) e os quartos (à esquerda). Ficará como ornamento, ou servirá de base para uma trepadeira, ou para os temperos que a chef Jódia pretende colocar por ali, ou para alguma outra ideia da Dona Malu e da Dona Eva, as mães/sogras da casa. Ou seja, sugestões são bem-vindas!
1.3.09
Deu duro?

Dois momentos da britadeira em ação: a imagem do pedreiro Oswaldo observando Edison, o arquiteto que viveu seus cinco minutos de triturador de pedras (uma hora depois, já na mesa de um simpático boteco ali perto, as mãos do Edison continuavam tremendo...); e o vídeo do profissional "quebrador" Oswaldo tentando vencer a pedra gigante. Ele terá que chegar no nível em que está o carrinho de mão, ou seja, é dureza, literalmente.
Força bruta

A incansável britadeira (martelete para alguns) que não para na briga contra a laje de rocha, e o estrago que a mesma rocha fez na ponta da talhadeira (o pino encaixado na máquina). Nossa exigência de fazer o acesso à casa com rampa em vez de escada gerou essa trabalheira para baixar o nível do terreno. Caso contrário, a rampa seria tão íngreme que perderia sua função de acessibilidade. 17.2.09
Pedra e água
A imagem ao lado foi tirada do terreno do vizinho só para dar uma ideia da encrenca: estamos sobre uma laje natural de pedra, e sobre a pedra há uma camada de areia clara, seguida de uma terra escura.A primeira deve ser usada em toda a alvenaria da casa, e parte da segunda servirá para o pomar, no fundo do terreno.
Outro detalhe, que ficará para uma próxima foto, é a quantidade de água que brota no terreno (veja um exemplo na nota "A obra começa"). São várias minas de água aparentemente pura, o que nos levou a instalar um dreno em toda a extensão do muro lateral e nos levará a fazer o mesmo em quase toda a obra. Possivelmente a água seja aproveitada na cisterna que teremos para armazenar e utilizar a água da chuva. Só precisamos saber se podemos confiar na origem da água.
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